A gente se declarava em meio à uma brincadeira e nem sabia que era sério.
Desnortiada. (via recontador)
Se você encontrar alguém disposto a caminhar na chuva do seu lado, não fuja, molhe-se.
O amor, quando acaba, parece que ele nunca existiu. Você olha pra pessoa, assim, na sua frente. E aí você fala : Pô, eu quase me matei por uma porcaria dessa aí?
Cazuza.   
(via rotulacao)
Eu poderia imaginá-lo. Eu poderia me lembrar dele. Mas não poderia vê-lo de novo, e me ocorreu que a ambição voraz dos seres humanos nunca é saciada quando os sonhos são realizados, porque há sempre a sensação de que tudo poderia ter sido feito melhor e ser feito outra vez.
A Culpa é das Estrelas. (via capacitadora)
As lágrimas caem, mas apesar de salgadas tem um significado doce pra mim, elas não são de dor, é a emoção de um amor verdadeiro e que me faz bem transbordando.
Neto Monteiro.  (via romantizado)
Se eu disser que você me traz paz, vou estar mentindo. Eu e você é bagunça. Sempre foi. E eu acho um barato que seja assim.
Soulstripper. (via recontador)
Ela é sua, cara. Cuida.
Maré.  (via o-teimoso)
A distância não causa amnésia, mas a ausência gera esquecimento.
Enzo Menezes. (via romancitei)
Meu maior erro foi me inspirar em alguém para escrever. Principalmente quando este “alguém” trata-se de você. Sai algumas palavas quando estamos bem ou até quando estamos mal. Mas e agora, que não estamos?
I’m yours. (via declarator)
E de repente daquilo que era tudo pra mim só restaram palavras vazias e sem valor em uma realidade de restos e lembranças rasgadas de um cenário já esquecido.
Elisa Bartlett (via declarator)
Eu tropeço até em coisas invisíveis.
Certos amigos fazem tanta falta.
Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. É porque eu não quis o amor solene, sem compreender que a solenidade ritualiza a incompreensão e a transforma em oferenda. E é também porque sempre fui de brigar muito, meu modo é brigando. É porque sempre tento chegar pelo meu modo. É porque ainda não sei ceder. É porque no fundo eu queria amar o que eu amaria - e não o que é. É também porque eu me ofendo a toa. É porque talvez eu precise que me digam com brutalidade, pois sou muito teimosa. É porque sou muito possessiva e então me foi perguntado com alguma ironia se eu também queria o rato para mim. Talvez eu me ache delicada demais apenas porque não cometi os meus crimes. Só porque contive os meus crimes, eu me acho de amor inocente. Talvez eu tenha que chamar de “mundo” esse meu modo de ser um pouco de tudo. Eu, que sem nem ao menos ter me percorrido toda, já escolhi amar o meu contrário (…). Eu que jamais me habituarei a mim, estava querendo que o mundo não me escandalizasse. Porque eu, que de mim só consegui foi me submeter a mim mesma, pois sou tão mais inexorável do que eu, eu estava querendo me compensar de mim mesma com uma terra menos violenta que eu.
Clarice Lispector.  (via recontador)